terça-feira, 4 de outubro de 2011

Sobre surpresas, planos inacabados e cachorros.

É, tem certas coisas que você acha que nunca aconteceriam na sua vida. E, do nada, elas surgem! Ok, não se antecipe: não ocorreu nada que mudará minha vida. Surpreendeu-me, é tudo.
Eu sei, faz séculos que eu não atualizo. Fui pra Londres, voltei, e nem duas linhas aparecem aqui sobre a viagem. Preguiça, quem sabe, ou falta de vontade de postar mesmo. Mas não importa. Tô aqui de novo. Provavelmente só para esse post.
Chega de suspense, né? Qualquer coisa depois eu os intregro sobre o que eu tenho feito esses últimos meses (o que não é muito). Acontece que, lá estava eu esperando minha mãe - atrasada por causa da marmita, já é rotina-, quando um cara se aproxima de mim e fala que quer falar comigo.Minha reação? "Ah, não! Propaganda não!" Mas não é isso que ele fala. "Já te chamaram pra ser modelo antes?"
Eu: "Não". O.o Ele: "Então, sábado vamos ter uma reunião e eu esotu te convidando". Denise: "Viu, eu te disse que voê tinah cara de modelo!". Eu, mentalmente: "WTH? O.O"
O que eu queria ter feito.

Eu agradeci, continuei com a cara do que eu imagino seja estupefação e embaraço, sem saber o que fazer. Eu falei algo de que eu não queria ser modelo e o ara falou pra eu pensar até sábado. Aí eu inventei pra Denise que eu ia pro outro lado por causa do sol. Desculpa, Dê, mas eu precisava de um espacinho longe do cara... Hahahaha!
Eu, modelo. Aham. Continue sonhando. Muito alto. Dentro do sonho do seu sonho. Em todos os universos paralelos, duvido que exista uma Elisa que seja modelo.
Bem, é isso. Desemocionante, eu sei, mas é algo que eu nunca esperaria. Imagina se eu fosse lá e fosse selecionada? Só de pensar nisso é engraçado.


O que eu fiz.
PLAFT! Enquanto digito, a energia acaba. Jeito melhor do mundo me mandar ir estudar? Humf. Isso me lembra do livro "A Cidade e as Serras", do qual fiz prova hoje. Se a tecnologia vive a falhar, talvez fosse melhor que fôssemos passar algum tempo nas serras... Aliás, escrevi esse parágrafo inteiro em uma folha e agora o trascrevo. A internet não queria se conectar. E essa história não é divertida como um peixe preso no elevador ou um cano de água que inunda uma casa. Novamente, me refiro ao livro.
De qualquer forma, o que eu ia escrever antes desse magnífico evento era sobre o cachorro de pelúcia que eu estou fazendo. Falta só costurar a cabeça e colocar suas feições, mas o coitado era pra ter ficado pronto antes da minha viagem pra Londres... Quem sabe quando eu toamrei vergonha na cara e o terminarei. Mas assim que eu o fizer, posto algumas fotinhas aqui! É o meu segundo bicho e eu mesma tentei imitar os moldes de um cachorro de pelúcia aqui de casa, diferentemente do Ray, que já vieram prontos.
A última coisa: a comrpa de um cachorro pela amiga de minha irmã e os subsequentes pensamentos desta de ocmrpar um também me fez pensar sobre fazer o mesmo quando eu estiver na faculdade. O que me levou a ler a enciclopédia de cachorros inteira atrás da raça ideal. E olhar uns vinte sites. Aliás, tem um teste no site do Animal Planet em inglês sobre isso que é muito bom, mas não tem todas as raças. Foi ele que me indicou a minha primeira candidata. uma raça da qual eu nunca tinha ouvido falar: os keeshonden.




Eu gostei muito dessa raça, mas eu desocbri uma coisa: ela é muito rara no Brasil. Mais algumas horas com a ilusão de que eu importaria um e... Decidi procurar outro cachorro. Mais algumas tentativas, refeito o teste, relida a enciclopédia, outros candidatos desqualificados, uma frustração imensa por só achar Spitz Alemães do tipo Lulu da Pomerânia no Brasil... Et voilà! Esolhi outra raça. Um Spitz Japonês! Fofos, não? E não são TÂO comuns no Brasil, mas se acha aqui. O que é um milagre, porque eu me frustrei muito com as quarenta mil raças que não existem aqui. Eta país ruim pra comprar cachorro!

Ok, eu acabo o post por aqui Grande demais, eu sei. Obrigada por quem leu toda a minha inutilidade.
Nefalibatando por aí,
Elisa

domingo, 12 de junho de 2011

Ray, a drop of golden sun!


Doe, a deer, a female deer
Ray, a drop of golden sun
Me, a name I call myself
Far, a long long way to run
Sew, a needle pulling thread
La, a note to follow sew
Tea, I drink with jam and bread
That will bring us back to do...oh oh oh

"A Noviça Rebelde" é um filme ótimo, não? Adorei ver a adaptação da peça que o originou aqui no Brasil. Pena que, devido a certas mães superprotetoras (você mesmo dona Eleni! É, eu estou enchendo sua paciência) eu não a vi uma terceira -ou será quarta- vez.

Ok, depois dessa divagação total (afinal, nefelibatas vivem para isso), vamos ao que realmente interessa. A única coisa em comum com a música "Do Re Mi" é a palavra ray mesmo. E o que é Ray?
É o nome do meu raichu de pelúcia, o qual eu acabei hoje mesmo!

Olha como ele é pézudo.. Se eu calço 35, ele deve calçar uns 32!
É, eu sei. Ray o raichu. Eu queria um nome que brincasse mesmo com o nome original. Não sei porque, mas eu acho isso incrivelmente divertido! É que nem meu Wii, que se chama Wiilly! "Ai meus deuses, quanta inutilidade" deve ser o que você está pensando. A isso, eu respondo o seguinte: parabéns pra você! Eu sou inútil mesmo, na maioria do tempo. Mas quais de nós não somos?
Eu tive até que aprender a costurar para fazer meu Rayzinho (que apelido é esse?!), então acho que ele saiu simpático. Agradeço uma menina alemã do deviantart pelo tutorial e pelo molde! Aliás, aqui o link, se você quiser ver como era para ter saído: Raichu Sewing Tutorial.
O que ele deveria se parecer com.

Eu demorei bastantinho para fazer-lo, já que eu tinha que estudar, fazer coisas do FCE, preguiça, etc e tal, quase dois meses, acho.
Ele é feito de feltro (alguém sabe algum tecido melhor para fazer bichinhos que não seja pelúcia?) e foi costurado inteiramente à mão. Por mim. Caso isso não seja claro. Contudo, tenho que agradecer a mamis pela ajuda em algumas partes!
Quero fazer outro agora. Queria experimentar criar uns moldes meus, mas não sei se vai dar certo não!
Isso está grande. Hora de terminar. Só lembro então que dia 21 irei para Ouro Preto! Dia 1º, Londres lá vou eu! Vou sentir falta de descansar nas férias. Humf.
Venha ver minha página, VENHA!
Se alguém quiser visitar a página onde eu coloquei a foto do Ray, eu agradeço MUITO! (dica! Dica!). Meu deviantart tá precisando de carinho! Lá você acha alguns outros desenhos feiosos de 3 anos atrás. Você SABE que você quer ver minha página!
Até nem Deus sabe quando (já que eu, como muitos, não cumpro promessas de postar),
Elisa, "nefelibatando" por ai.

domingo, 17 de abril de 2011

Filmes do além - O Estranho Mundo de Jack

Depois de meio milênio sem aparecer aqui, eu voltei! Eu tinha que atualizar logo se não o blog ia morrer de vez, né? Então resolvi falar de dois filmes que eu revi ontem: "O Estranho Mundo de Jack" e "A Noiva Cadáver".
 As duas animações tem muito em comum, já que ambas são feitas com a técnica "stop motion", com personagens feitos de massinha. Além disso, possuem músicas, ambente um pouco sombrio e, talvez o mais importante, foram dirigidas por Tim Burton. Apesar dessas semelhanças, cada um deles consegue entreter de uma maneira única.


                                O Estranho Mundo de Jack
    Esse filme conta a história de Jack Skellington, conhecido como Rei das Abóboras, é a principal figura de todos os anos no halloween na "Cidade do Halloween". No entanto, após tantos anos fazendo a mesma coisa, Jack se cansa da festa e procura algo novo para fazer. É ai em que ele acaba descobrindo a "Cidade do Natal", onde ele finalmente conhece a alegria do espírito natalino e fica mesmerizado. Assim, o Rei das Abóboras volta para sua casa com uma nova ideia: deixar que Papai Noel tire férias naquele ano e, no lugar dele, a Cidade do Halloween organize o feriado.
     Todos engajam a nova tarefa com entusiasmo, mas a verdadeira questão é se os monstros, acostumados com sustos e peças, conseguirão realizar um natal agradável para as crianças do mundo todo, ou se Jack deveria ter continuado a ser, simplesmente, o Rei das Abóboras.
    Contudo, para aqueles que não gostam de musicais, é melhor afastar-se agora: o filme parece ter mais cenas com músicas do que com diálogo.
 De uma forma geral, apesar das constantes músicas serem um pouco sufocadoras, O Estranho Mundo de Jack é um filme divertido, um clássico que merece ser visto.

Bem, como isso ficou meio grande, vou deixar a Noiva Cadáver para amanhã! Até logo gente!
Ainda nas nuvens,
Elisa

sexta-feira, 4 de março de 2011

Paz, CARNAVAL, futebol, não mata, não engorda não faz mal!

Bem, eu discordo de que os dois últimos não possam matar, engordar ou fazer mal, mas não é pra isso que eu estou escrevendo. Aliás, mal sei o que eu vou digitar. O que der na telha, acho (isso me fez lembrar de uma aula de francês... Je vais écrire tout ce qui se passe dans la tête)!
Carnaval chegando... E meus grandes planos são... FICAR EM CASA! Emocionante, não? Mas eu gosto até. Alugar uns filmes. Torcer pra continuar friozinho. Fazer mais passatempos LogicPix. Fazer nada é bom. Mesmo que eu tenha que fazer uma redação e lição de casa do inglês e francês antes disso. Bem, enfim, eu não vou só ficar em casa também. Daqui a pouquinho eu vou na creperia! Huuum, comida. Crepres salgados... Crepes doces... Ok, ok, dispersou, dispersou, como diria meu professor de matématica. Voltando ao assunto (qualquer que ele seja), nem gosto de assistir carnaval. Só gosto mesmo é do feriado. A minha irmã torce pela Beija-Flor e até assiste um pouco, mas prefiro até mesmo assistir filmes da Telecine Cult. Falando nisso... Acabei de pensar numa ideia pra um post. Escrevo amanhã. Morram de curiosidade até lá (como se alguém fosse)!
Paguei minha excursão para Ouro Preto da escola esses dias. Fim de junho e julho vai ser bem movimentado. Lado positivo, só coisa boa!
Acho que escrevi essa inutilidade só pra atualizar mesmo, estava meio morto o blog.
Até logo!
Nefelibatando por aí,
Elisa

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Gatenhos Guerreiros!

Olá pessoas que estão lendo isso! Eu sei que fica meio repetitivo dois posts relacionados a gatos, mas é que o que deu origem ao post passado são os livros da série Warriors(lançados no Brasil como Gatos Guerreiros).
Eu encontrei esse livro quando eu fui para Nova York no início de 2010. Tem uma livraria, chamada Borders, que é bem gradinha (mas não ganha da Livrria Cultura em São Paulo!). Eu fui procurar um livro de lobos que eu tinha achado na internet (The Sight) quando eu vi uns livros com capa de gatos e ursos. Eu dei uma olhada, tava barato, a história atrás parecia legal... Acabei levando o primeiro da série Warriors e os dois primeiros da série Seekers (mas isso já é outra história!). Acho que nã se passou muito tempo até eu lê-lo. Fevereiro, quem sabe? Eu nem lembro direito, mas eu gostei do livro. E queria ler mais. O problema? Não tinha a continuação no Brasil e eu não ia pagar trinta reais num paperback. Conclusão: eu tive que esperar um ano para comprar mais. Mas, bem, eu comprei e li todos da primeira série, então é isso que vale!
Como eu mal lembro a história do primeiro livro direito, aqui vai a tradução do que está escrito atrás:

Somente fogo pode salvar nosso clan...
Há gerações, quatro clans de gatos selvagens dividem a floresta de acordo com as leis feitas por seus ancestrais guerreiros. Mas os gatos ThunderClan (do Clã do Trovão) estão em grave perigo, e o sinistro ShadowClan (Clã das Sombras) fica mais forte a cada dia. Nobres guerreiros estão morrendo - e algumas mortes são mais misteriosas do que outras.
No meio dessa confusão aparece um gato ordinário chamado Rusty (Ferrugem)... Que pode ser o mais bravo guerreiro de todos.

Eu sei que parece bobinho, mas eu achei bem gostosinho de ler e, a cada término de um livro, me deu vontade de ler o outro rapidinho. A história é bem movimentada e há muitas viradas de eventos - umas esperadas, outras até que surpreendentes.
Achei interessante também a cultura dos clãs, que é bem elaborada. Há toda uma organização, regras e até uma tradição de nomes! Para começar, um gatinho filhote qualquer ganha um nome mais o sufixo "kit". Por exemplo, um gato poderia chamar-se Amberkit (gatinho âmbar). Quando se tornasse aprendiz, o sufixo seria "paw". Assim, Amberpaw (pata âmbar). Ao crescer mais e tornar-se guerreiro, ganharia algum substantivo como sufixo, como Amberfur, Ambertail, Amberheart... E, se se tornasse líder, Amberstar (estrela âmbar).
Os gatos dos clãs até têm uma religião, eles acreditam na existência do StarClan (clã das estrelas), para onde os gatos vão após sua morte.
Mal posso espear pra comprar a próxima série, The New Prophecy! Quanto ao lançamento dos livros no Brasil, há os dois primeiros livros da série original publicados pela Martins Fontes e logo deverá ser lançado o terceiro.
Até logo (eu espero, começam minhas provas essa semana! Aliás, era pra eu estar estudando).
Sempre nas nuvens,
Elisa.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Gatenhos!

E não, eu não estou me referindo ao musical "Cats", mas sim a alguns outros gatos... Corram para as montanhas! São gatos desenhados por mim! Bem, depois dessa, ainda tem alguém lendo ou já fugiram todos da página?
Antes dos desenhos... O que fez eu, adoradadora adepta a caninos(fanática até quando mais nova), voltar a desenhar e, ainda por cima, gatos? Acho que posso culpar uma certa série de livros. Quais? Warriors. Mas que diabos vem a ser isso? Você vai descobrir no meu próximo post, quando eu acabar de ler o último dessa parte da série. Basta apenas saber por enquanto que se trata de gatos... E que eles me prenderam de modo a fazer eu ler cinco deles seguidos. Ah, a me interessar mais por gatos também. Mas, não se precipite, não é tão bom assim também. Só é do tipo que você quer ler até o final, gostosinho e rápido. Já falei demais. Vamos aos desenhos!
Quer dizer, deixe eu me desculpar antes. Nunca desenhei gatos direito antes na minha vida. Não saia gritando de horror. Tenha piedade dos meus inúteis esforços(ou não, ha ha ha)!

Minhas primeiras tentavias.



O gato que eu desenhei ontem.
O que eu mais gostei, que eu desenhei antes de ontem.
Gostaria de agradecer pelos tutoriais do deviantart, como Tutorial de Cabeça de Gatos, Tutorial de corpo de gatos eTutoriais de Gatos Guerreiros. Todos me ajudaram bastante! E, também, ao dono das fotos que eu usei para desenhar as duas últimas ilustrações: Mischi3vo no Deviantart(fotos: foto do filhote e foto da gata). Se algum dia eu tiver uma gata, eu quero que ela seja idêntica a essa última!
Até logo leitores, eu deveria estar fazendo redação.
Sempre nas nuvens,
Elisa

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

The incredibly handsome master of all villany!

O mestre incrivelmente lindo de toda vilania! Quem mais poderia ser além de...
MEGAMENTE!
Bem, pelo menos é o que ele diz. 
Como resistir a essa extrema beleza? Eu não sei. É uma pena não ter ido vê-lo mais vezes no cinema... Inicialmente resolvi ver o filme só porque era um desenho LEGENDADO 3D em FRANCA. Eu dificilmente precisava de mais razão, sim? Afinal, esse poderia ser o sinal do apocalipse. Todo momento deveria ser apreciado. 
Não havia ao menos assistido ao trailer antes de chegar ao cinema, só tinha lido o breve resumo do site da Moviecom. Enfim, arrastei minha mãe ao shopping às nove hores e meia da noite para ver o filme -afinal, como eu já mencionei antes, era uma oportunidade única. Fiquei na fila, peguei os óculos 3D, reclamei das cadeiras, assisti os trailers... E aí o fime começou. Acho que me encantei quase que instantaneamente! A introdução, de ar cômico, nos permite conhecer os primeiros momentos do protagonista e sua relação com o herói, Metroman. Mesmo nesse início, já podemos começar a ver que Megamente não é exatamente um super vilão comum.
Primeiros 5 minutos em inglês(não consegui achar legendado ou até mesmo dublado :S)








(ficou meio fora da tela, mas fazer o que? :S)
Com o resto do filme não foi diferente, apesar do inicinho(o qual foi cortado do video) não me ter dado uma impressão muito boa no princípio.
Megamente, em todas as suas tentativas de ser mau, me divertiu intensamente. E os brainbots, ajudantes robôs? Super úteis! E agora, quanto a narrativa... A temática da história se parece um pouco com Despicable Me(Meu malvado Favorito), mas os dois filmes, ao se desenrolarem, não se assemelham demasiadamente ao ponto de não podermos desfrutar de ambos.
De maneira resumida, o filme se trata de um alien, mandado para Terra quando o seu planeta é destruído (superhomem? Nem um pouco parecido). De um planeta vizinho, algo muito semelhante acontece, só que, em vez de um ser azul, cabeçudo e super inteligente, este extraterrestre mais parece um modelo, com um bônus de vários poderes extraordinários. Ao chegar à Terra, as coisas logo se diferenciam entre os dois: Megamente, o alien azul, vai parar na prisão, onde é criado, e Metroman, o "super homem", vai parar em uma mansão. Desde esses primeiros instantes surge uma rivalidade entre o super herói e o super vilão, que é agravada pelas suas interações na escola e concretizada de fato quando os dois assumem os papéis de arquinimigos. Querendo ser o mais mau possível, Megamente planeja muito bem suas roupas, suas entradas e, principalmente, seus inúmeros planos diabólicos. O problema é que, como os planos infalíveis do Cebolinha, o super vilão não sucede em nenhum deles. Assim, eles começam uma rotina de ataques e esquemas mirabólicos, incluindo muitas vezes o rapto de uma jovem reporter chamada Roxanne Ritchie, admiradora de Metroman. Mas o que acontece quando, de repente, tudo muda?

Bem, você vai ter que assistir para descobrir, porque eu não quero dar muitos spoilers. Então fiquem felizes com esse trailer!
Ah, como virou rotina falar da minha vida... Ontem eu fui no cruz, foi melhor do que no Criar. Talvez eu faça aula lá, mas eu ainda não tenho certeza. Quatro horas por semana é muito! Tenho até segunda pra decidir... Boa sorte pra mim! E, nossa, que calor! O verão não acaba logo não?  Até logo!


A garota nefelibata,
Elisa.
PS: tenho a certa impressão que isso ficou uma droga.
PS2: tinha ficado mesmo, editei uma boa parte, espero que tenha mehorado.


terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Just another day!

Hoje o título do meu post serve tanto para mim quanto para o tema principal dele! Enrolando um pouco, ainda não adaptei muito bem à minha nova sala e tive um acesso de emice no final da aula.Porém, há uma chance desse episódio ter sido icentivado pelo meu esquecimento de meu lanche e, consequentemente, fome. Ai, que tristeza ficar com fome metade da escola! Aaah, e o criar ontem? Uma droga. Por favor, não dá pra pular a porcaria psicológica e ir pra redação? Mas, sem mais demoras, vamos ao que interessa!
Next to Normal! Um excelente musical, para mim o melhor dos que eu vi pela primeira vez neste janeiro.
E por pouco não o assisti. Next to Normal não estava inicialmente na lista de musicais que eu e a Érica queríamos assistir. A sorte é que a minha mãe viu um comentário sobre a peça pelo ator Saulo Vasconcelos no facebook e colocou no cabeça que ela queria ver também! Acontece que as coisas não se desenrolaram bem assim...
Nós acabamos removendo rever Mamma Mia! da lista, já que está passando no Brasil. Minha mãe e meu pai ficaram na dúvida entre Billy Elliot e Next to Normal, acabaram de última hora(já estávamos na bilheteria) decidindo pelo primeiro. Ainda bem, pois, apesar de ser um ótimo musical, Next to Normal não tem um visual muito elaborado e é muito focado no diálogo. Asssim, sem entender o que estava sendo falado, não teria sido bom.
Não quero dar muitos spoilers... A história tem uma surpresa muito interessante e eu não quero arruiná-la! Vou somente dizer que se trata de uma família e seu dia-a-dia. As músicas são de rock, não exatamente o tipo de música usual dos musicais.
Vídeo com os atores com os quais eu vi: Aviso: Há alguns spoilers nesse vídeo.
O elenco é bem pequeno, somente seis pessoas e o cenário é praticamente o mesmo durante o tempo todo, mas isso é compensado pelas outras qualidades do musical. Só não vá esperando coisas grandiosas como em Wicked ou o Fantasma da Ópera!
Infelizmente, a apresentação acabou em janeiro na Broadway, mas em breve, se eu não me engano, haverá uma adaptação brasileira! Então não percam a oportunidade de conhecer essa maravilhosa peça!
Não vou dizer que não há spoilers, mas acho que não há nada que estrague a peça neste.
Espero que vocês gostem!
Beijão,
Elisa

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

London baby!


LONDON BABY!
 Então, há algum tempo eu venho enchendo a paciência da minha querida mãe sobre um certo assunto (afinal, foi assim que eu consegui um hamster)... Uma viagem para Londres em julho! Ela não parecia muito animadora; no entanto, nunca disse que não.  Foi deixando pra frente... Falou que veria de acordo de como eu me portasse em Nova York (olha q eu tentei me esforçar! Não sei se deu certo, mas, enfim, eu tentei)... Chegou fevereiro. Enchi a paciência dela mais um pouco, mas estava prestes a desistir e me conformar. Até que...

Segunda feira. Eu, com sono, escrevendo minha última postagem do blog. Minha mãe volta do espanhol. Ela para na porta do meu quarto. Ela diz:
-Elisa, eu não fui só no espanhol. Eu passei na Know How.
Eu logo entendi o que isso significava. Minha mãe tinha ido ver como ia ser a viagem! A Know How, escola de inglês, faz excursões para Londres e era uma das minhas possibilidades. Eu fiquei estupefada, meio ansiosa, não sei explicar direito. O que eu disse, de forma não inteligente, foi:
-Que medo.
Minha mãe me falou entao das coisas que tinha aprendido. Agora ela estava levando a sério a viagem. Disse que não queria que eu fosse com um grupo de São Paulo, mas que esses ela conhecia. Ela parecia animada até. Me falou do roteiro: três semanas de aula em Londres e uma em Paris de turismo! Eu fiquei encantada. Londres, algo que parecia tão longe, um sonho... Se concretizando na frente dos meus olhos. Bem, isso é, se meu pai deixar! De qualquer jeito, consegui o apoio da minha mãe. Meio caminho adandado.
Imagina todas as coisas que eu poderei fazer em Londres? E em Paris? Je veux conaître la tour Eiffel! Paris! Mon Dieu! Não sei porque, mas eu sempre quis conhecer a torre Eiffel.
TOMARA que meu pai deixe... Cruzem os dedos!

A garota nefelibata (espero que literalmente em julho!),
Elisa.

Olha eu de novo aqui! - Criar e White Fang

Mamma Mia! Olha eu aqui! Meu deus, ai como eu resisto? Mamma mia! Eu de novo aqui! Meu deus, ai por que eu insisto?
Ok, musicais a parte, eu voltei! Surpreendi até eu mesma, heim? Quero ver isso continuar quando eu tiver algo de útil pra fazer(leia-se estudar pra prova). Essa é minha segunda semana de aula e meus cursos a tarde ainda não voltaram(graças à Deus!). Isso é, com exceção do Criar, que começa hoje! Daqui a um pouco mais de uma hora deverei estar lá, tendo uma aula de redação e depois outra de interpretação de textou ou gramática, não tenho certeza. Aliás, nem sei se vou fazer essa segunda aula... Estou indo hoje só para ver mesmo! Aaah vida, posso voltar pra primeira série(nessa parte a Érica me manda largar de ser folgada dentro da mente dela)?!
 Bem, vamos à segunda parte do post! Nesse finalzinho de férias/início das aulas, tenho lido mais do que nas férias inteiras quase! Hahahaha!
Bem, nesse verão eu li White Fang, por Jack London.

Eu gostei bastante dessa obra, apesar de ser meio que um clássico americano(aparentemente eu tendo a gostar mais de clássicos internacionais do que brasileiros...)! O jeito único de escrever do autor e a descrição da vida dos homens dos confins do Alaska durante a corrida pelo ouro fazem com que esse livro valha a pena na hora de ler. O livro conta a interessante(e muitas vezes dolorosa) passagem de um lobo chamado White Fang por várias situações, até o final, que, se não muito surpreendente, arrebata a história de um jeito satisfatório. Somente um aviso: não recomendo esse livro para quem não gosta de animais, se incomoda facilmente com mortes de animais ou pessoas ou até mesmo descrições de lutas entre cachorros e lobos!

Bem, eu pretendia falar sobre todos os livros que eu li nesse verão aqui nesse post, mas a hora está apertando e eu preciso comer e me arrumar pro criar! Posto mais sobre isso ainda essa semana, junto com uma notícia que eu acabei de receber da minha mãe!

Beijão pessoas que leram isso!
Sempre com a cabeça nas nuvens,
Elisa.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Uma pequena introdução...

O que será falado aqui? Não tenho muita certeza. Isso é, se algo for falado e essa não for a única postagem na história do blog. Bem, não adianta ficar pensando se eu vou continuar postando ou não, o jeito é simplesmente continuar escrevendo aqui.
Quem sou eu? As chances são que você já me conhece, caso ao contrário não estaria aqui lenod o meu blog, mas vou me introduzir mesmo assim. Tenho quinze anos, estou no segundo ano do colegial, quero fazer engenharia. Não sei cozinhar... Eu vivo falando que eu quero casar com um marido chefe de cozinha, a fim de que as refeições em minha futura casa não sejam todas um desastre(ou compradas). Se eu fosse bilhionária, construiria meu próprio cinema particular. 
Gosto de ler, mas não sou uma leitora tão ávida ao ponto de devorar três livros por semana. Adoro inglês, estou tentando aprender francês e, em um futuro distante, quero aprender italiano. Não há um filme da Pixar de que eu não goste. Também há pouquissimos da Disney que não me agradem. Não ouço muita música... Adoro ir ver musicais. Já fui muito viciada em lobos e cachorros, mas até mesmo hoje não hesito a defender qualquer lobo que é chamado de mau! E, além disso, não me esqueci de que parte do meu primeiro salário será doado pra alguma organização que ajude animais. Em outro assunto, poderia dizer que sou uma jogadora casual de video games e uma nintendista. Passo o tempo assistindo seriados, lendo fics ou jogando jogos no kongregate. Acho que é isso.
Acho que está bom por enquanto. Já vomitei informações suficientes sobre mim aqui! 
Ah sim, agradeço pelo título a minha professora de gramática Marília, que me ensinou essa palavra(para quem não sabe, nefelibata significa "que vaga nas nuvens", ou seja, fica no mundo da lua ou o que quer que você queira falar).
Espero ansiosamente para escrever o próximo post... Assim que algo surgir e der vontade de fazê-lo.
Até a próxima caro leito! Desculpa por enchê-lo com baboseiras da minha mente!